sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ilustrações de Terror de Sanjulián

Manuel Pérez-Sanjulián Clemente, ou apenas Sanjulián, é muito admirado e conhecido em todo o mundo. Famoso principalmente por suas capas da Vampirella e ilustrações de horror, misturando belas garotas com monstros horrendos. Sanjulián nasceu em 1941 na Espanha. Filho de um marinheiro mercante começou a estudar náutica na Escuela Naval de Barcelona, mas desistiu após ser aconselhado por um amigo restaurador de arte. Então passou a estudar artes em Escuela de Sant Jordi,seu primeiro trabalho profissional foi aos 19 anos, em 1961, na Coleccion Idilio publicada pela Barcelonesa Bistagne tendo 20 edições. Sanjulián ilustrou os 5 últimos números da coleção. Logo começou a trabalhar como ilustrador para a editora Bruguera e para a agência Selecciones Ilustradas.Tornou-se um notável ilustrador para editoras como Futura, Fontana ou Harrow. Embora mais conhecido por seu trabalho pela editora Warren (onde começou a trabalhar em 1970) em títulos como Creepy, Eerie e Vampirella, Sanjulian oferece uma lista impressionante de outros créditos, incluindo inúmeras capas de romances para Harlequin Romances, e também capas de revistas como Famous Monsters of Filmland, Heavy Metal, Realms of Fantasy, e Atomika. Fonte: She Demons Zine.

Sorriso assustador das mulheres de Sumatra

Nós ocidentais as vezes olhamos certos costumes dos asiáticos ou mesmo dos africanos com certo ar de espanto. O que para a gente pode parecer uma loucura para eles faz todo o sentido, e vice-versa imagino eu, afinal esse pobre blogueiro aqui nunca teve a oportunidade de fazer um intercâmbio cultural desse tipo. As imagens que compõe essa postagem, complementam o que está escrito acima. As imagens, e o vídeo ao final da postagem, mostram um curioso, e importante ritual de beleza das mulheres da tribo Mentawai, de Sumatra Ocidental. Eu já havia visto um documentário uma certa vez, que falava de uma tribo na África que também afiava os seus dentes, mas isso era feito apenas pelos garotos da tribo, como sendo um ritual de passagem, onde o adolescente que fazia o ritual, seria considerado depois dele, um adulto. Fonte: Brasil Universo Digital.